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Diferenças que aproximam

junho 27, 2009

Expressar, informar, convencer, esclarecer, testar e “declarar amor” essas são as funções da linguagem. Elas são utilizadas diariamente por todos, mas cada pessoa tem sua forma de expressar e falar a língua. Isso se dá pelos costumes, cultura e região do país (ou do mundo) em que vivem. Enquanto, para alguns “mexerica” é uma menina que mexe em tudo, para outros é uma fruta típica do inverno. Essa é uma das variações da língua, mas existem outras.

A variedade da língua muito presente, principalmente entre os jovens, são as gírias. Esses códigos podem identificar a classe social, grupo, gostos e crenças de um indivíduo. Assim como as gírias, outras variedades faladas são consideradas “erradas” tanto na escrita, com na fala. Essa “discriminação” não passa de uma “herança” escolar que nos ensina que as variedades da língua são erradas criando o preconceito lingüístico. Ao contrario do que aprendemos na escola, as variedades lingüísticas não são erradas e nem inferiores. Cada linguagem tem sua organização e importância entre os falantes. Se as variedades não são erradas e vivemos em um país onde há sotaques porque escondê-los? Somos preconceituosos conosco mesmo? Se não há erros, que nossas variedades e nossos sotaques sejam mostrados e aceitos na sociedade.

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